Continuando a linha de tempo alternativa
à trama do livro de 63 do francês Pierre Boulle, “La Planète des Singes”; a mãe de todas as distopias contemporâneas está de volta com
um capítulo tão empolgante quanto o de 11.
Os efeitos são mais realistas e o diretor Matt Reeves consegue ser
intimista e hollywoodiano em todas as proporções possíveis. Menos na
proporção Michael Bay, essa é megalomaníaca.
A macacada está armada e poderosa e
a NRA foi lá conferir!