Pra muitas garotas da nossa geração, a série Diário da Princesa, da autora Meg Cabot, foi praticamente uma iniciação ao mundo dos romances teen, senão ao mundo da leitura. Publicados no Brasil desde 2002, a série tem 10 livros que contam a história da nova-iorquina Mia Thermopolis, que vê a sua vida mudar da água pro vinho quando descobre que é princesa de um pequeno país chamado Genovia. Entre lições de comportamento com sua avó afetada e tentar levar uma vida quase normal na escola, vemos Mia crescer como princesa e como pessoa. E por ser uma série que mexeu tanto com tantos de nós, não é à toa que resolvemos traze-la pro Clube desse mês!
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
[CLUBE DO LIVRO] Diário da Princesa
Por
Larissa
Paulistana, escritora, blogueira, leitora e viciada em cinema, e que não sabe viver sem internet.
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Romance,
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domingo, 30 de dezembro de 2012
[CLUBE DO LIVRO] Percy Jackson e os Olimpianos
Por
Mel Geve
Nessa primeiríssima edição do Clube do Livro falaremos sobre o best-seller do americano Rick Riordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
Nome da Série: Percy Jackson e os Olimpianos.
Autor: Rick Riordan
Lançado em: 2005
Resumo: Percy Jackson é um garoto de doze anos que foi diagnosticado com DDA e dislexia. Ele mora em Nova York com a mãe e o padrasto (que, por sinal, odeia) e já frequentou várias escolas, sendo incapaz de adaptar-se. A trama começa quando ele é atacado por um monstro no seu colégio e é ajudado por seu professor - que aparentava ser deficiente, mas na realidade é um centauro. Confuso? Piora: Percy então descobre que não só os deuses da mitologia grega são reais, como que é filho de Poseidon. Sua DDA, na verdade, é uma característica comum entre semi-deuses, que precisam estar atentos a várias coisas simultaneamente, durante uma batalha, por exemplo. E o fato de ser disléxico se justifica pelo fato de que seu cérebro está programado para ler em grego, e não reconhece com tanta facilidade o alfabeto latino.
No livro, o autor une a mitologia grega com os dias atuais, adaptando-a à atualidade. Ele move, por exemplo, o Olimpo para o topo do Empire State; e o Reino dos Mortos se muda para debaixo de Los Angeles! Riordan justifica essas mudanças alegando que a cultura ocidental hoje segue o padrão americano, então os deuses acabaram se adaptando à isso.
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